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24/07/2012
Mais de 1.500 pessoas já visitaram o FILE no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Atrações internacionais interativas e gratuitas lotaram a Galeria de Artes do Sesi-SP e reuniram público variado
Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp
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| 13ª edição do FILE atrai gente de todas as idades |
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O segundo dia do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), que acontece desde 17 de julho e vai até 19 de agosto, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, foi muito movimentado.
Desde terça-feira (17/07), mais de 1.500 pessoas de todas as idades passaram pela Galeria de Arte do Sesi, para conhecer e interagir com trabalhos de artistas de diversas partes do mundo.
Por motivos de segurança, a Galeria comporta simultaneamente no máximo 140 pessoas, de forma rotativa. E mesmo com uma grande fila, as pessoas aguardaram pacientemente a vez de entrar. Entre o público estavam estudantes em férias escolares, pessoas que trabalham na região da avenida Paulista e aposentados acompanhando seus netos – fato que evidencia o File como uma atração para todas as idades.
A estudante de Farmácia Diana Reis, de 26 anos, ficou sabendo do File pelos telejornais. E gostou do que viu. “Achei o evento inovador e gostei bastante dos quadros com retratos clássicos”, afirmou Diana, em referência à instalação Videomatón, dos espanhóis Mar Canet e Carles Gutierrez. Na obra, os rostos pintados originais são substituídos pelos rostos do público, explorando os movimentos faciais.
Arte em família
Outra estudante, Maria Julia, de apenas 13 anos, encontrou
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| Segundo dia do File atraiu mais de 1.500 pessoas |
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diversão durante a visita ao File. Ao lado dos pais e da irmã, a mineira de Uberlândia aproveitou as férias em São Paulo para conhecer com atrações interativas até então inéditas para ela. “É uma maneira descontraída de ver a arte porque nos museus é um pouco chato, e aqui é ao contrário”, avaliou a jovem.
A mãe de Maria Julia, a professora de artes Valdilena Silva Campos, fez coro com a filha e elogiou a interação coletiva. “Acho que o File quebra a distância que se tem da arte ‘intocável’, e a intervenção digital na arte clássica atrai os mais jovens. É o mundo deles hoje”, completou.
Para todas as idades
Para Beth Sachs, o File é uma manifestação artística diferente. “Aqui não ficamos só olhando para o ‘quadro’, podemos participar dele”, comentou a visitante de 82 anos.
Embora não ofereça espaço exclusivo para crianças, o File também atrai os pequenos. É o caso do Buildasound. A instalação da espanhola Monika Rikic traz um jogo de blocos que produzem sons quando montados. Já em outro espaço, uma mesa com 10 iPads contendo jogos lúdicos e de aventura fazem a alegria do público mirim.