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SENAI-SP é citado em audiência pública sobre adoção do 5G no Brasil, na Câmara dos Deputados

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A instituição foi exemplo de capacitação profissional na nova tecnologia que ainda será implantada no País

30/04/2021

Durante audiência pública sobre adoção do 5G no Brasil na Câmara dos Deputados, no dia 27/4, o SENAI-SP foi o exemplo de instituição que já possui capacitação profissional voltada para o 5G.  

Segundo Aluizio Bretas Byrro, vice-diretor da Área de Telecomunicações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o plano de capacitação profissional em novas tecnologias é essencial e citou atuação de vanguarda do SENAI-SP.  

“Em sua escola de São Caetano do Sul, hoje, o SENAI-SP tem um laboratório 5G, montando junto com a Nokia. É muito importante, porque a capacitação profissional vai permitir que tenhamos gente qualificada para operar essas tecnologias, além disso vai oferecer as pessoas, que terão seus empregos substituídos pelas tecnologias, condições de continuar trabalhando em empregos de mais alto valor”, destacou Byrro.  

A mão de obra especializada e necessidade de capacitação também estiveram presentes nos discursos dos debatedores. Na audiência pública, que aconteceu online por conta da pandemia Covid-19, também estiveram presentes Luiz Augusto de Castro Neves, presidente do Conselho Empresarial Brasil-China e ex-embaixador da China, Paulo Rogério Foina, presidente da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Igor Nogueira Calvet, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e foi mediado pela Deputada Luisa Canziani.  

 

 

Em sua apresentação, Aluizio Bretas Byrro cita atuação do SENAI-SP na capacitação do 5G. 

 

5G na indústria 

Entre as principais características do 5G, estão a velocidade maior em transferência de dados, a “internet das coisas” (IoT, na sigla em inglês) e o maior alcance. Essa abrangência maior facilitaria muito o uso da internet em áreas afastadas. A tecnologia usa as faixas entre 3.625 MHz e 3.700 MHz, que devem ser adquiridas por operadoras de telecomunicações. 

O vice-diretor da Abinee também ressaltou que a indústria será uma das grandes verticais impactadas pelo 5G. “Indústrias vão implementar suas próprias redes, gerando empregos de mais valor com a manufatura 4.0, melhorando a produtividade e reduzindo gap com países mais industrializados. O 5G vai permitir também que a indústria brasileira seja inserida na cadeia mundial de manufatura. Muitas multinacionais já estão usando a tecnologia 5G e só trarão suas linhas de produção controladas pela tecnologia 5G se nós também podemos oferecer isso a elas. O PIB estimado pelo Ministério da Economia do Brasil deverá crescer, em função do 5G, mais de R$ 250 bilhões até 2035, sendo que 14% será da Indústria”, discorre.  

Enquanto essa realidade ainda não chega oficialmente para todos, a grande expectativa é com o leilão para o 5G, previsto para julho deste ano, que vai acontecer sob supervisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

Para conferir a audiência pública na íntegra, clique aqui